Month: agosto 2017

Leite: preços recuam 4,22% em agosto no RS

Baixa oferta do UHT, queda no valor do leite em pó influenciaram o resultado.

O valor do leite projetado para fim de agosto deve registrar queda de 4,22% no Rio Grande do Sul, se situando em R$ 0,9006, bem abaixo do valor registrado em julho, que foi de R$ 0,9403. Os dados são do Conseleite. Segundo o professor da UPF Eduardo Belisário Finamore, além da baixa de 3,63% no leite UHT, a queda se acentuou devido à redução de 7,7% no valor de referência do leite em pó.

 

Para o presidente do Conseleite, Alexandre Guerra, o mercado se encontra em um momento de margens mínimas. “Batemos no fundo do poço. Agora é preciso dar início a uma retomada”, disse, em nota.

As vendas, sugere ele, estão condicionadas às ofertas das gôndolas em função do baixo poder aquisitivo do consumidor em tempos de crise. “Precisamos continuar a produzir e sermos cada vez mais competitivos porque a tendência é melhorar. Esse cenário irá se recuperar na sequência”, frisou, pontuando a importância de pleitear apoio ao governo para dar um freio às importações de cargas do Uruguai e de estímulo às compras governamentais.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agroindustria/laticinios/2017/08/25/leite-precos-recuam-4-22-em-agosto-no-rs.html / Por DATAGRO

Aumento de impostos nos combustíveis encarece custo de produção da próxima safra

Reajuste do PIS/Cofins acarretará em alta dos fretes justamente no período de pico de entrega dos insumos agrícolas nas fazendas.

O reajuste das alíquotas do PIS/Cofins sobre os combustíveis vai encarecer os custos de produção da próxima grande safra de grãos, que começa a ser plantada no próximo mês. O diagnóstico foi feito por Henrique Mazotini, presidente da Associação Nacional dos Distribuidores de Insumos Agrícolas e Veterinários (Andav), durante evento organizado pela entidade, que se encerrou nesta quarta-feira (16) em São Paulo (SP).

O dirigente explica que o aumento de impostos acarretará em alta dos fretes justamente no período de pico de entrega dos insumos agrícolas nas fazendas. “Muitos insumos foram adquiridos antecipadamente pelos produtores rurais, mas o grosso das entregas acontece a partir de agora, e com o transporte mais caro, a despesa também vai ficar maior para o produtor”, ressalta.

Mazotini pontua também que, devido ao aperto do crédito rural oficial nos últimos anos, o setor de insumos assumiu papel relevante de financiador da safra, especialmente por meio de operações de barter [troca de defensivos, fertilizantes, sementes pela produção com a intermediação de uma trading]. Hoje, segundo o dirigente, aproximadamente 30% dos recursos utilizados para o plantio são provenientes do setor de insumos. “Não é o nosso negócio central, mas o mercado, a realidade nos levou a este cenário.”

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/mercado-agricola/economia/2017/08/16/aumento-de-impostos-nos-combustiveis-encarece-custo-de-producao-da-proxima-safra.html / Por DATAGRO

Brasil precisa aumentar investimento em estradas três vezes mais

Segundo relatório do G20, investimento em estradas no País precisa crescer quase 3,5 vezes em relação à taxa atual.

O investimento em estradas no Brasil precisa crescer quase 3,5 vezes em relação à taxa atual, aponta o relatório do Global Infrastructure Hub (GI Hub) do G20, documento que descreve as necessidades de investimentos em infraestrutura globalmente e individualmente para 50 países e sete setores até 2040.

Infraestrutura de transporte brasileira enfrentará muitos desafios nos próximos anosInfraestrutura de transporte brasileira enfrentará muitos desafios nos próximos anos

Os dados do estudo para o Brasil, especificamente, pontuam que a infraestrutura de transporte brasileira tem muitos desafios pela frente. Segundo o relatório, o Brasil conseguirá cobrir somente 56% dos gastos necessários de infraestrutura até 2040. No que diz respeito aos outros modais, incluindo ferrovias, aeroportos e portos, o documento sustenta que o Brasil precisa dobrar seus gastos atuais.

O estudo também revela que os custos para implantar a infraestrutura necessária para apoiar o crescimento econômico global deverão atingir US$ 94 trilhões até 2040, com mais US$ 3,5 trilhões necessários para cumprir os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU (ODSs) para o acesso universal às famílias de água potável e eletricidade até 2030, elevando o total para US$ 97 trilhões.

O documento ressalta, ainda, que US$18 trilhões (quase 19%) desses US$ 97 trilhões não poderão ser financiados. Ou seja, será necessário investir US$ 3,7 trilhões por ano em infraestrutura para atender as demandas de uma população global em crescimento acelerado. Este valor é equivalente ao PIB anual total da Alemanha – a quarta maior economia do mundo.

De acordo com o relatório, este desafio não se restringe somente às economias emergentes que precisam criar uma nova infraestrutura, mas também aos países avançados cujos sistemas em obsolescência precisam ser substituídos. Os Estados Unidos, por exemplo, apresentarão o maior déficit em gastos com infraestrutura, de US$ 3,8 trilhões, enquanto que a China registrará a maior demanda, de US$28 trilhões – 30% das necessidades globais de investimento em infraestrutura.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/logistica/2017/08/10/brasil-precisa-aumentar-investimento-em-estradas-tres-vezes-mais.html / Por DATAGRO

Cooperativas agropecuárias acreditam em mudanças no Plano Safra

Segundo OCB, novo plano burocratizou a captação de crédito por parte do setor.

O Plano Safra 2017/18 trouxe novos dispositivos que passaram a dificultar o acesso das cooperativas agropecuárias ao crédito rural. Desde sua publicação, o cooperativismo vem se mobilizando para promover ajustes no plano.

Segundo o presidente da Organização das Cooperativas Brasileiras (OCB), Márcio Lopes de Freitas, o novo Plano burocratizou a captação de crédito rural pelas cooperativas, prejudicando os trâmites de tomada de recursos, distribuição de insumos junto aos cooperados e posterior pagamento por eles.

Além disso, de acordo com Freitas, o novo Plano estabelece limites para captação de crédito para as cooperativas. “Imagina só uma Coamo, por exemplo, que movimenta bilhões, podendo agora captar ‘apenas’ alguns milhões.”

Diante deste cenário, o presidente da OCB diz que o setor está negociando junto aos ministérios da Fazenda e da Agricultura, e ao Banco Central, a fim de reverter esta questão. “A maior barreira hoje está no BC, são técnicos que não entendem as particularidades da agropecuária. Mas tenho grande expectativa que consigamos reverter a questão.”

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/cooperativas/2017/08/07/cooperativas-agropecuarias-acreditam-em-mudancas-no-plano-safra.html / Por DATAGRO

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