Month: julho 2017

Empresários podem perder dinheiro por falta de gestão no Agronegócio

Produtor de leite aumentou a lucratividade após melhorar os processos de gestão.

O agronegócio foi responsável por 48% das exportações brasileiras em 2016 e teve participação de 21,5% no Produto Interno Bruto, de acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil . As propriedades voltadas à produção no setor estão em processo crescente de intensificação e isso exige que o empresário saiba administrar a propriedade a fim de garantir redução dos custos e aumento das receitas. Mas, nem sempre os produtores rurais sabem analisar seus números de forma satisfatória. Foi assim com o empresário Daniel Bernardes, que no processo de crescimento percebeu que precisava de um modelo de gestão.

Proprietário da Fazenda Olhos D’Água, dedicada à produção de leite em Tiros (MG), Daniel conta que entre 2015 e 2016 as suas receitas aumentaram, mas o número de contas a pagar também cresceu. Ele se viu perdido, sem saber quais investimentos priorizar e decidiu contratar uma consultoria especializada em gestão: “o processo de tomada de decisões melhorou 100% e a lucratividade, claro, tem aumentado. Agora que conheço os possíveis caminhos da administração é impossível seguir sem planejamento”, afirma.

O médico veterinário e consultor da empresa Rehagro, Vitor Barros, que auxiliou a colocar as contas nos trilhos, acredita que “o Daniel aprendeu a comprar melhor, sabe como atuar em relação aos tipos de gastos nos diferentes setores da fazenda e tem consciência de seus compromissos”. Para ele, sem uma gestão eficiente é impossível prever resultados, paga-se juros de maneira excessiva e as decisões são menos assertivas. Daniel está satisfeito com os rumos da fazenda e diz que os objetivos estão sendo alcançados antes mesmo do esperado: “Nós estamos chegando praticamente na meta estabelecida, com produção de 8 mil litros de leite/dia e 250 animais em lactação”.

Consultoria e ensino no Agronegócio

Para ajudar os produtores que enfrentam os mesmos problemas que o Daniel teve de contornar, o Rehagro – empresa voltada a formação de pessoas e consultoria no agronegócio, além de auxiliar fazendas de leite, corte e grãos oferece a Pós Graduação em Gestão no Agronegócio Online. O ex-aluno do curso no modelo presencial, Sérgio Ribeiro afirma que a especialização acrescentou conhecimentos de gestão que possibilitaram diminuir custos e aumentar o faturamento da empresa em que trabalha: “alteramos também o regime tributário após o módulo de matemática financeira”, acrescenta.

 

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/empresarios-podem-perder-dinheiro-por-falta-de-gestao-no-agronegocio_396147.html / Imagem créditos: Arquivo / Por: AGROLINK COM INF. DE ASSESSORIA

MANDIOCA: Clima seco interrompe plantio, colheita e moagem

Estiagem observada em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea interrompeu o plantio e a colheita de mandioca nos últimos dias.

A estiagem observada em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea interrompeu o plantio e a colheita de mandioca nos últimos dias, reduzindo a oferta e paralisando também a moagem em algumas unidades.

Do lado da demanda, a procura pela matéria-prima esteve firme, principalmente por parte de empresas com compromissos de entrega. Nesse cenário, a média nominal a prazo para a tonelada de mandioca posta fecularia subiu 2,6% entre 24 e 28 de julho, a R$ 509,01 (R$ 0,8852 por grama de amido na balança hidrostática de 5 kg).

Fonte: https://www.agrolink.com.br/noticias/mandioca-cepea–clima-seco-interrompe-plantio–colheita-e-moagem_396148.html / Imagem créditos: Divulgação / Por: CEPEA/ESALQ

Safra de grãos deverá crescer 21,5% em dez anos

Estimativa é que produção brasileira alcance 288,2 milhões de toneladas no ciclo 2026/27.

A produção brasileira de grãos deverá chegar a 288,2 milhões de toneladas nos próximos 10 anos, acréscimo de 51 milhões de toneladas em relação à atual safra (2016/17), de 237,2 milhões, o que representa um incremento de 21,5%. Milho e soja continuarão puxando a expansão dos grãos até 2026/27. A previsão de crescimento da área plantada de todas as lavouras (grãos e culturas permanentes) é de 13,5%, saindo de 74 milhões de hectares para 84 milhões de hectares. Já área de grãos deve aumentar 17,3% neste período.

As estimativas fazem parte do estudo de projeção da produção agropecuária brasileira para a próxima década, divulgado pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) e Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). A pesquisa envolve 29 produtos, como grãos, carnes (bovina, suína e aves), leite, frutas, fumo, celulose, papel e outros.

De acordo com o coordenador-geral de Estudos e Análises da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, José Garcia Gasques, o crescimento da produção agrícola no Brasil continuará sendo impulsionado pela produtividade no campo, pelo aumento do consumo do mercado interno e pela expansão das exportações.

Produtividade
O crescimento com base na produtividade deverá ocorrer nas novas regiões agrícolas do Brasil, no Norte e no Centro-Nordeste. O estudo, segundo Gasques, aponta que os investimentos em infraestrutura e logística nessas regiões têm dado segurança para o novo cenário agropecuário.

Os produtos mais dinâmicos do agronegócio brasileiro deverão ser algodão em pluma, milho, carne suína, carne de frango, soja grão. Entre as frutas, os destaques são manga, uva e melão. A expansão de 13,5% na área plantada de lavouras no País está concentrada em soja (+9,3 milhões de hectares), cana-de-açúcar (+1,9 milhão) e milho (+1,3 milhão). Entretanto, segundo Gasques, algumas lavouras, como café, arroz e feijão, devem perder área, mas a redução será compensada por ganhos de produtividade.

Ainda conforme publicação do Mapa e da Embrapa, a expansão de área de soja e cana-de-açúcar deverá ocorrer pela incorporação de áreas novas, de pastagens naturais e também pela substituição de outras lavouras que deverão ceder espaço. Em 2026/27, 40% da produção de soja serão destinados ao mercado interno. A produção de milho (+55,5%) e de café (+45%) também deve ser consumida internamente. “Haverá, assim, dupla pressão sobre o aumento da produção nacional, devida ao crescimento do mercado interno e das exportações do País”, observa Gasques.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/mercado-agricola/economia/2017/07/24/safra-de-graos-devera-crescer-21-5-em-dez-anos.html / Por DATAGRO

Setor critica aumento de impostos para o etanol

Para entidade, medida não apresenta qualquer traço de política pública para viabilizar consumo de combustíveis renováveis.

Em relação ao aumento do Pis/Cofins dos combustíveis, a União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica) divulgou nota em que afirma entender a necessidade do governo de aumentar a arrecadação para cumprir a meta de déficit para o período corrente. No comunicado, a entidade diz, ainda, compreender que cumprir as metas orçamentárias foi o único objetivo da decisão de elevar as alíquotas de Pis/Cofins para a gasolina, diesel e etanol hidratado até o teto previsto em Lei.

Entretanto, a Unica critica que a decisão do governo não apresenta qualquer traço de política pública para viabilizar o consumo de combustíveis renováveis. Se houvesse, o etanol teria ficado fora desse aumento de tributos, salienta a entidade.

Segundo a Unica, é importante lembrar que em 2017, a elevação da alíquota de Pis/Cofins da gasolina C foi de R$ 0,30/litro, enquanto o aumento para o etanol hidratado foi de R$ 0,32/l (0,20/ litro pelo decreto 9.101 + 0,12/l em janeiro de 2017).

Essa comparação, de acordo com a entidade, evidencia a perda de competitividade do etanol hidratado em relação à gasolina C, que as recentes alterações de tributos impingiram ao etanol. Mesmo em termos absolutos, o aumento no hidratado foi maior do que o aumento de tributos federais sobre a gasolina C, no mesmo período. Para a Unica, se trata de uma política pública para estimular o consumo de fósseis e não uma política de descarbonização da matriz de combustíveis.

Na avaliação da entidade, para não alterar a competitividade do etanol hidratado, o aumento de tributos deveria guardar a relação de 70% frente à gasolina C. “Não foi o que aconteceu. Pelo contrário, haverá perda de competitividade no momento do abastecimento dos veículos”, diz a nota.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agroenergia/etanol/2017/07/24/setor-critica-aumento-de-impostos-para-o-etanol.html / Por Uagro

Valor da produção agropecuária deverá crescer 4,3% em 2017

Segundo o Mapa, faturamento do setor está estimado em R$ 536 bilhões.

As estimativas da safra agrícola deste ano, entre 237 e 240 milhões de toneladas de grãos, e os resultados de alguns segmentos da pecuária resultaram num valor bruto da produção (VBP) de R$ 536 bilhões, 4,3% maior do que o alcançado no ano passado, de R$ 514 bilhões. O VPB – estimado com base nas informações de junho – foi divulgado pela Secretaria de Política Agrícola (SPA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).

 

As 20 principais lavouras apresentam aumento real de 9,8% e a pecuária, um recuo de 6%. O valor das lavouras é de R$ 367,6 bilhões. Milho e soja representam 44,7% do valor das lavouras. A pecuária é estimada em R$ 168,4 bilhões. De acordo com o coordenador-geral de Estudos e Análises da SPA, José Garcia Gasques, o aspecto mais relevante no resultado deste ano é o ganho de produtividade, cujo aumento médio é de 22,3%. “Não há registro de percentuais como esse em ciclos anteriores”. O aumento, acrescenta, ocorre devido ao resultado da safra de verão, já que as lavouras de inverno têm retração na produtividade de 9,7%.

Os resultados mais relevantes são os do algodão (17,1%), arroz (18,8%), feijão (21,7%), milho (32,1%) e da soja (17,1%). O feijão de segunda safra teve acréscimo de 27,2% e o milho de segunda safra, de 43,4%. Segundo informações do IBGE e Conab, esses números estão praticamente consolidados, com risco mínimo de alterações. No desempenho das lavouras, verifica-se que o aumento da quantidade produzida é o principal fator determinante para o resultado favorável neste ano.

A elevação de preços tem papel menos relevante. Destacam-se o algodão herbáceo, com aumento de 72,5% no VBP; amendoim, 36%; arroz, 9,6%; cana de açúcar, 46,8%; laranja, 12,4%; mandioca, 76,9%; milho, 20,7%, pimenta do reino, 7,7%; tomate, 11,1%; e uva, 50,9%. Na pecuária, os destaques são suínos e leite. Apresentaram recuo no valor da produção a banana (-19,4%), batata-inglesa (-53,2%), cacau (-17,7%), café (-12,2%), cebola (-39,3%), feijão (-16,5%), trigo (-28,1%) e maçã (-19,7%). A redução dos preços desses produtos e o amento da oferta em geral têm sido decisivos para o baixo crescimento da inflação neste ano.

Os dados de VBP regional mostram que São Paulo, Mato Grosso, Paraná, Minas Gerais e Rio Grande do Sul são os Estados com maior nível de faturamento, representando 54,7% do VBP total. As regiões Sul e Centro-Oeste são responsáveis pela maior parte do valor bruto, seguidas pelo Sudeste, Nordeste e Norte. Os resultados favoráveis deste ano possibilitaram a recuperação de alguns Estados como Piauí, Bahia e Maranhão que no ano passado tiveram fortes perdas econômicas por problemas de seca especialmente.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/mercado-agricola/economia/2017/07/14/valor-da-producao-agropecuaria-devera-crescer-4-3-em-2017.html / Por DATAGRO

América Latina vai puxar produção mundial de milho

Região irá contribuir com 28% do aumento do volume produzido até 2026.

O aumento da produção mundial de milho nos próximos anos será impulsionado pela América Latina. É o que destaca o estudo “Perspectivas Agrícolas 2017/26”, publicado recentemente pela OCDE e a FAO.

Segundo o relatório, a América Latina vai contribuir com 28% do aumento total da produção de milho, aproximadamente 39 milhões de toneladas. Deste montante, um quarto será decorrente do aumento de área plantada, que registrará avanço de 6,6%, saltando de 33,5 milhões de hectares no período base para 35,7 mi/ha em 2026.

De acordo com a OCDE e a FAO, a Ásia e o Pacífico representarão 24% do aumento da produção global do cereal, cerca de 33 milhões de toneladas. Diferentemente da América Latina, o crescimento da Ásia e do Pacífico será quase que exclusivamente devido ao aumento da produtividade. Por sua vez, a América do Norte irá contribuir com 31 milhões de toneladas, 22% do aumento total.

No período analisado, excetuando-se a soja, a produção mundial de grãos crescerá cerca de 1% por ano, o que levará a um aumento total em 2026 de 11% para o trigo, 14% para o milho, 10% para os grãos secundários e 13% para o arroz.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/milho/2017/07/17/america-latina-vai-puxar-producao-mundial-de-milho.html / Por DATAGRO

Após 4 meses em alta, preço do leite pago ao produtor cai em junho

Alta na importação de lácteos da Argentina e Uruguai foi um dos fatores da pressão baixista.

Depois de 4 meses de altas consecutivas, o preço do leite pago ao produtor registrou queda em junho. Segundo dados coletados pela Scot Consultoria, a maior desvalorização foi registrada no Rio Grande do Sul, onde os preços caíram 1%, seguido pelo Paraná com 0,6% e Goiás, 0,5%.

A queda de preço está associada a uma maior produtividade em consequência do clima que favoreceu as pastagens e a nutrição do rebanho. Com mais leite, a captação do produto subiu 1,4% em junho, mas a demanda caiu diante de consumidores cada vez mais retraídos.

Para o Sindilat (Sindicato da Indústria de Laticínios do Rio Grande do Sul) a entrada de leite importado é outro fator de pressão sobre os preços. Dados da Scot Consultoria mostram que a importação aumentou em junho, com receita diária de US$ 3,12 mil, em media. O maior volume veio da Argentina e do Uruguai, onde os custos de produção são mais baratos deixando o produto mais competitivo diante do leite brasileiro.

Apesar do inverno, período em que historicamente aumenta o consumo de leite, as expectativas segundo pesquisa realizada pela Scot Consultoria são de novas quedas de preço nos próximos meses.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/pecuaria/bovinos/2017/07/07/apos-4-meses-em-alta-preco-do-leite-pago-ao-produtor-cai-em-junho.html / Por DATAGRO

Com RenovaBio Brasil pode se manter na vanguarda da energia renovável

Caso contrário, País se tornará refém de soluções que virão de fora, diz ministro de Minas e Energia.

O RenovaBio, programa de valorização dos biocombustíveis, é oportunidade para que o Brasil se mantenha na vanguarda mundial da produção de energia limpa e renovável, caso contrário o País se tornará refém de soluções que virão de fora. Foi o que destacou o ministro das Minas e Energia (MME), Fernando Bezerra Coelho Filho, em evento realizado nesta segunda-feira (26), em São Paulo (SP).


Brasil pode se destacar na produção de energia limpa com RenovaBio

De acordo com o ministro, as ações do RenovaBio deverão buscar competitividade na produção, comercialização e no uso de biocombustíveis, com estímulo à concorrência entre os próprios biocombustíveis e em relação aos de origem fóssil, com ênfase na segurança do abastecimento, no combate a práticas anticompetitivas e na proteção dos interesses dos consumidores quanto a preço, qualidade e oferta.

É por isso, disse o presidente do Conselho de Administração da Copersucar, Luís Roberto Pogetti, que o RenovaBio não pode ser compreendido como uma política de caráter sectária, ou seja, exclusivamente para o setor sucroenergético. “Se trata, de fato, de uma política horizontal dedicada ao planejamento da produção de combustíveis no País”, acentuou, acrescentando que: “o RenovaBio permitirá que todos os agentes da cadeia produtiva possam ter uma visão de longo prazo acerca do mercado”.

Segundo o MME, o RenovaBio também vai ajudar no processo de redução de 43% das emissões de gases de efeito estufa até 2030, de acordo com metas firmadas pelo Brasil na Conferência do Clima de Paris. De acordo com Pogetti, o RenovaBio poderá, ainda, possibilitar a geração de créditos de carbono, que poderão ser negociados em bolsa.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agroenergia/2017/06/28/com-renovabio-brasil-pode-se-manter-na-vanguarda-da-energia-renovavel.html / Por DATAGRO

Plantio da safra de inverno é intensificado no RS

Trigo, canola, cevada e aveia são as principais culturas da estação.

De acordo com o Informativo Conjuntural da Emater/RS-Ascar, com a melhora nas condições do solo, pela diminuição da umidade excessiva em todas as regiões do Rio Grande do Sul, os produtores seguem com o plantio das espécies de inverno, em especial o trigo, uma vez que a canola, a cevada e a aveia se encontram com a semeadura praticamente encerrada, com poucas áreas para serem concluídas.

De maneira geral, as lavouras de canola, cevada e aveia estão em situação regulares (85%) e ruins (15%), com desenvolvimento prejudicado pelo excesso de chuvas e falta de luz no período pós-germinação. Algumas áreas foram destruídas pelo excesso de chuva de períodos anteriores, levando os agricultores a acionar o seguro agrícola. Há casos de desistência do plantio e de renegociação junto ao mercado de insumos para devolução de produtos, ou mesmo troca para outra oportunidade, no caso, a próxima safra de verão.

No trigo, o ritmo do plantio foi mais lento, chegando a 71%, contra uma média para a época de 74%, podendo os produtores implantar a cultura dentro do período recomendado. As lavouras implantadas antes do longo período com chuvas ainda apresentam desenvolvimento com baixo perfilhamento e plantas amareladas, porém, com visível melhora. A germinação e o desenvolvimento inicial das áreas implantadas após as chuvas são consideradas muito boas.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/trigo/2017/07/03/plantio-da-safra-de-inverno-e-intensificado-no-rs.html / Por Uagro

Novo Plano Safra começa a vigorar

Recursos para custeio, comercialização e investimento chegam a R$ 190,25 bi/.

O agricultor poderá contar a partir desta segunda-feira (03) com recursos para financiar a próxima safra agrícola. São R$ 190,25 bilhões destinados pelo governo federal a operações de custeio, comercialização e investimento, por meio do Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018. A expectativa é que mais uma vez o setor do agronegócio contribua para impulsionar a economia do País, com uma colheita que poderá superar 240 milhões de toneladas de grãos.

Para custeio e investimento, juros caíram 1%.

“Programas como PCA (Programa de Construção e Ampliação de Armazéns), que reduziu os juros a 6,5% ao ano, vão alavancar a retomada dos investimentos em armazenagem. Isso ajudará a amenizar ou resolver o problema de logística e dará condições ao nosso produtor para continuar avançando forte no aumento da produção agrícola no país”, diz o secretário de Política Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuário e Abastecimento (Mapa), Neri Geller.

Do montante anunciado em 7 de junho pelo presidente Michel Temer e pelo ministro Blairo Maggi, durante solenidade no Palácio do Planalto, R$ 550 milhões são do Programa de Subvenção ao Prêmio do Seguro Rural (PSR) e R$ 1,4 bilhão para apoio à comercialização.

O Plano Agrícola e Pecuário 2017/2018 reduziu em um ponto percentual ao ano as taxas de juros das linhas de custeio e de investimento e, de dois pontos percentuais ao ano, às dos programas voltados à armazenagem e à inovação tecnológica na agricultura. No crédito de custeio e de investimento, os juros caíram de 8,5% ao ano e 9,5% ao ano para 7,5% e 8,5%, à exceção do PCA e do Inovagro, nos quais a taxa foi fixada em 6,5% ao ano.

O volume de crédito para custeio e comercialização é de R$ 150,25 bilhões, sendo R$ 116,25 bilhões com juros controlados e R$ 34 bilhões com juros livres. O montante para investimento saltou de R$ 34,05 bilhões para R$ 38,15 bilhões, com aumento de 12%.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/mercado-agricola/economia/2017/06/30/novo-plano-safra-comeca-a-vigorar.html / Por Uagro

 

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