Month: junho 2017

Inmet reduz chance de El Niño no inverno

O inverno começou na última quarta (21) com previsão de temperaturas amenas e uma boa notícia para os agricultores: as chances do El Niño prejudicas as lavouras são poucas, de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). Segundo o instituto, caso haja incidência do fenômeno, seu impacto será leve.


Chances do El Niño prejudicar a agricultura são leves, diz Inmet

Para o Nordeste, que recentemente sofreu com inundações, a previsão é de que as chuvas continuem até o mês de agosto na região leste. A queda de temperaturas deve ocasionar formação de geadas nas regiões Sul, Sudeste e no estado de Mato Grosso do Sul, neve nas áreas serranas e planaltos da Região Sul, episódios de friagem em Rondônia, Acre e sul do Amazonas.

A Região Norte deve permanecer com chuvas e a possibilidade de ocorrência de temperaturas médias abaixo do normal para os próximos meses irá favorecer a incidência de friagem.

O período seco característico desta época do ano já começou na Região Centro-Oeste. A previsão para o inverno indica alta probabilidade de chuvas de normal a abaixo do normal em grande parte da região. A permanência de massa de ar seco e quente se acentua entre agosto e setembro.

A estimativa é de temperaturas acima da média em grande parte da Região Sudeste, porém, em alguns pontos, pode haver baixa acentuada de temperatura e, em locais mais elevados, formação de geada, devido à passagem de massas de ar frio. Previsão indica que devem permanecer áreas com chuvas dentro da faixa normal ou abaixo nesta estação, exceto em São Paulo e parte sul do Rio de Janeiro, onde a previsão indica chuvas de normal a acima da média.

No Sul, a previsão indica chuvas acima da média no Paraná, Santa Catarina e nordeste do Rio Grande do Sul. A maior frequência das frentes frias contribuirá para maiores variações nas temperaturas ao longo de julho, agosto e setembro, mas as temperaturas médias devem permanecer de normal a abaixo do normal climatológica no Rio Grande do Sul, Santa Catarina e oeste do Paraná, favorecendo a formação de geadas em áreas serranas e planalto. Novos episódios de neve podem ocorrer principalmente no mês de julho.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/06/26/inmet-reduz-chance-de-el-nino-no-inverno.html / Por Uagro

Produção de soja é recorde em SC

Colheita de 2,4 milhões de toneladas foi impulsionada pelo aumento no cultivo, que chegou a 660,2 mil hectares.

Santa Catarina encerrou a safra 2016/17 com número recorde na produção de soja. A colheita da oleaginosa, que está praticamente encerrada, chegou a 2,4 milhões de toneladas, alta de 13,4% sobre os resultados da temporada anterior, segundo informações do Centro de Socioeconomia e Planejamento Agrícola (Cepa/Epagri).

 

Devido à combinação entre área plantada e produtividade, o rendimento médio das lavouras catarinenses chegou a 3,6 toneladas por hectare – um aumento de 11,24% em relação à última safra. Em Curitibanos, por exemplo, a produtividade alcançou 4,17 toneladas por hectare, 20,4% a mais do que em 2016. A produtividade é acima da média também em regiões como Joaçaba, Canoinhas e Ituporanga, onde os produtores colheram 4,16 toneladas/ hectare, 3,8 toneladas/hectare e 3,9 toneladas/ hectare, respectivamente.
O resultado positivo da safra também foi observado em Canoinhas, maior região produtora do estado, com uma safra estimada em 501,8 mil toneladas, um incremento de 9,9%. Mas o maior crescimento em produção está em Concórdia, a região ampliou em 37% a área destinada ao plantio de soja e a colheita foi 56,3% maior nesta safra, chegando a 20,7 mil toneladas.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/soja/2017/06/26/producao-de-soja-e-recorde-em-sc.html / Por Uagro

Agricultores são os que mais preservam vegetação nativa, diz estudo

Mais de 174 milhões de hectares de vegetação nativa preservados estão dentro de imóveis rurais particulares, aponta levantamento da Embrapa.]

Cálculos do Grupo de Inteligência Territorial Estratégica (Gite) da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) indicam que mais de 174 milhões de hectares de vegetação nativa preservados estão dentro de imóveis rurais particulares. A quantidade corresponde a 47,7% da área total dos imóveis rurais brasileiros cadastrados no Sistema Nacional de Cadastro Ambiental Rural (SICAR) até dezembro de 2016, excluindo os estados do Mato Grosso do Sul e do Espírito Santo, que ainda não estão no sistema.


Agricultores preservam mais mata do que a lei exige

A“Em todos os estados, os agricultores preservam mais do que a lei exige. Eles estão todos acima do mínimo. Esse mínimo é por bioma. No bioma Mata-Atlântica é 20%, no bioma Cerrado e Pampa também. Passa a 35% quando o cerrado está na Amazônia Legal, enquanto no bioma Amazônia é 80% [a exigência] de área preservada”, destacou o coordenador do estudo e pesquisador da Embrapa Evaristo de Miranda.

O Cadastro Ambiental Rural (CAR) é um registro eletrônico, obrigatório para todos os imóveis rurais. Ele foi instituído pelo novo Código Florestal. Os agricultores têm prazo para cadastrar todo o seu capital ambiental até o fim de 2017. No entanto, a maioria dos registros já havia sido feita até dezembro de 2016.

Oportunidade

“O governo fala de pagamentos de serviços ambientais, diz que é bom para o planeta, para a bacia hidrográfica e para a chuva. Mas quem está bancando sozinhos são os agricultores, muitos deles pequenos produtores. Às vezes, para eles isso é pesado. Acho que a gente deveria, com esses números, se inspirar para buscar caminhos que pudessem ajudar um pouco esses agricultores pelo que eles fazem por todos”, acrescentou Miranda.

Para o gerente do Instituto de Manejo e Certificação Florestal e Agrícola (Imaflora), Luís Fernando Guedes, a grande quantidade de mata preservada dentro dos imóveis rurais pode representar um diferencial e uma oportunidade comercial para o país.

“É uma oportunidade potencialmente comercial de colocar aos mercados internacionais que nossa produção está associada à conservação, usando para isso as certificações e vários outros instrumentos. Podemos atrair recursos capitais que vão manter a floresta em pé, para os serviços ambientais. É uma questão de reputação e imagem do Brasil na comunidade internacional”, destacou.

Agenda

Guedes afirmou que a quantidade de mata preservada não deve ser encarada como justificativa para uma elevação no desmatamento. “A agenda que o Brasil protege muita floresta é uma agenda positiva. É uma oportunidade e ela não é um argumento para justificar que precisa desmatar mais.”

“Não tem nenhum argumento que justifique desmatar para aumentar a produção agropecuária. O aumento da nossa safra, da riqueza gerada pelo setor ela pode acontecer pela via da intensificação, de uso mais racional da terra, de um aproveitamento melhor das áreas abertas”, concluiu.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/06/18/agricultores-sao-os-que-mais-preservam-vegetacao-nativa-diz-estudo.html / Uagro com informações da Agência Brasil

Roubo de carga no setor de arroz gera prejuízo de R$ 1 milhão

Apenas no primeiro trimestre, quase 500 toneladas do produto foram roubadas

Os roubos de cargas envolvendo o setor de arroz preocupam produtores de todo o País. Isso porque os crimes envolvendo o produto já somam prejuízo de R$ 1 milhão com quase 500 toneladas roubadas de caminhões de entrega. Os dados fazem parte de um levantamento feito pela Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz) e são referentes ao primeiro trimestre.

A entidade destaca que o estado do Rio de Janeiro representa pela maioria dos roubos no início deste ano. As ocorrências de roubo de cargas (de todos os tipos) triplicaram desde 2011. Em 2016, foram registrados 9.870 casos no Estado, um recorde desde que esta estatística começou a ser feita há 24 anos.

A Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan), em recente comunicado, destaca que o crime pode ter origem no financiamento do tráfico de drogas, mas segundo a Polícia Civil do Estado, o roubo de cargas tem inclusive superado a própria venda de entorpecentes no faturamento, contando com uma estrutura organizada de gerentes e revenda rápida de mercadorias.

Além dos riscos para os motoristas, a Abiarroz destaca que a ação criminosa também pode trazer desvantagens aos consumidores, com gastos mais altos das empresas com seguros e fretes.

 

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/2017/06/19/roubo-de-carga-no-setor-de-arroz-gera-prejuizo-de-r-1-milhao.html / Por agro

Resistência dos pomares de citros depende do equilíbrio nutricional

Os pomares de citros estão constantemente submetidos a fatores estressantes (clima, temperatura, deficiências nutricionais, pragas e doenças) que impactam no desenvolvimento do cultivo e podem refletir em perda de área foliar e, até mesmo, na redução de produtividade e qualidade de seus frutos. Para minimizar esses efeitos, o citricultor deve estar atento aos cuidados no manejo para favorecer os mecanismos de defesa natural da planta.

No município de Aguaí (SP), o produtor Dorival Fortes conta que, em algumas épocas do ano, a falta de água acomete a região, o que pode diminuir a vida útil do pomar. “Com o estresse, a cultivo fica mais abalado. Se a planta for forte e se ela estiver bem nutrida e bem cuidada, a chance de produzir mais frutos por pé, com melhores tamanhos, é maior”, afirma.

Segundo o engenheiro agrônomo Marcos Revoredo, gerente técnico especializado em hortifruti da Alltech Crop Science, é possível ajudar para que venha a induzir essa resistência nas plantas de citros de forma natural. “As soluções nutrem a planta de maneira a auxiliar os mecanismos de defesa, e ao mesmo tempo são compostas de aminoácidos e nutrientes-chave, como cobre e zinco, que complementam a nutrição da planta para promover esse balanceamento fisiológico”, explica.

Para superar os fatores estressantes, o especialista ainda destaca o manejo na fase reprodutiva do citros, que auxilia no incremento do número de frutos e na padronização de seus tamanhos. “A aplicação de aminoácidos, nutrientes e extratos de plantas, via foliar, vão promover um melhor balanceamento hormonal do vegetal. Consequentemente, o cultivo vai ficar mais equilibrado e menos estressado com os fatores ambientais, promovendo assim o melhor desenvolvimento do citros”, complementa.

Na propriedade de Fortes, esse tratamento passou a ser utilizado na safra 2015/16, e os resultados foram positivos, segundo o produtor. “Percebi melhor qualidade e quantidade. Os frutos ficaram ótimos, não deixaram nada a desejar. As soluções nos auxiliaram a aumentar, em média, 60 kg por planta. A laranja cresceu em tamanho de mercado, com padronização perfeita”, finaliza.

 

Fonte: http://www.grupocultivar.com.br/noticias/resistencia-dos-pomares-de-citros-depende-do-equilibrio-nutricional / Por Camila Castro

Brasil fecha parceria na agricultura com novo governo francês

Brasil fecha parceria na agricultura com novo governo francês.

A criação de um Comitê Especial Agrícola Permanente Brasil – França, para tratar de cooperação, tecnologia, sustentabilidade, sanidade e intensificação de comércio, foi decidida em encontro entre o secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Eumar Novacki, e o diretor-geral de Desempenho Econômico e Ambiental de Empresas (DGPE), Hervê Duran, e a equipe do Ministério da Agricultura da França.

Novacki, que encontra-se em missão oficial a países europeus, disse, após o encontro, neste domingo (04), que esse canal de diálogo, além de facilitar o comércio bilateral no setor do agronegócio, contribuirá para concluir o acordo entre o Mercosul e a União Europeia. Nas conversas, representantes do governo francês apresentaram sua expectativa sobre avanços do Acordo de Paris para o Clima. Novacki relatou a respeito do empenho e de resultados na área de sustentabilidade perseguidos na produção brasileira.

O secretário enfatizou haver confiança no apoio da França para que esses esforços de preservação ambiental e de manutenção da qualidade e da segurança sanitária dos produtos brasileiros sejam reconhecidos pelo bloco europeu. Disse também esperar a superação de entraves e a finalização de negociações, a fim de que se estabeleça parceria e ganhos mútuos entre Mercosul e UE.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/mercado-agricola/2017/06/05/brasil-fecha-parceria-na-agricultura-com-novo-governo-frances.html / Por DATAGRO

Abitrigo propõe termo de cooperação entre Brasil e Argentina

Aproximadamente 80% do trigo importado é proveniente do país vizinho.

Os executivos da Associação Brasileira da Indústria do Trigo (Abitrigo) receberam na última semana comitiva argentina composta pelo subsecretário de Agricultura da Argentina Luis María Urriza e também por Leonardo Sarquis, ministro de Agroindústria da Província de Buenos Aires, entre outras autoridades da cadeia do trigo de ambos os países. Uma das pautas que compuseram a agenda do encontro foi a proposta de um Termo de Cooperação bilateral.

A qualidade do trigo argentino – com destaques para o incremento de 20% da área de plantio, melhora nos indicadores de proteína frente à safra passada e a implementação das boas práticas agrícolas no uso de tecnologia no campo –, além das questões regulatórias foram pontos tratados durante o encontro.
“Houve o entendimento por ambos os lados sobre a necessidade de um esforço maior, com uma colaboração mais efetiva para tratar das diferenças entre as regulamentações”, explica Rubens Barbosa, presidente da Abitrigo. Em complemento, o subsecretário de Agricultura da Argentina Luis María Urriza e Leonardo Sarquis, ministro de Agroindústria da Província de Buenos Aires, enfatizaram a necessidade de os governos estarem dispostos a esta colaboração. “A convergência deve respeitar as regras impostas pela Anvisa e deve acontecer em todo Mercosul”, conclui Barbosa.

Somente no primeiro trimestre deste ano, os argentinos exportaram 1.322.915 toneladas de trigo para a indústria brasileira, que representa 80% do total (1.663.957 ton) importado pelo País.

Fonte: http://www.uagro.com.br/editorias/agricultura/trigo/2017/06/05/abitrigo-propoe-termo-de-cooperacao-entre-brasil-e-argentina.html

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